quinta-feira, 10 de agosto de 2017

XERIFE MAX ADMITE ERROS NA EQUIPE DO GAVIÃO CARCARÁ

Por: Dr. Júlio - 10 de Agosto de 2017 - 15:36
No primeiro tempo da partida contra o Volta Redonda, Max deu uma assistência para Keké, que finalizou e parou no goleiro Andrey. Depois, o centroavante avançou, entrou na área e caiu, sem conseguir chutar. Na segunda etapa, o camisa 9 foi criativo, deu uma bicicleta, mas a bola não entrou. Para o artilheiro do Gavião Carcará na Série C, com cinco gols, a equipe poderia vencer, mas desperdiçou muitas chances para matar o jogo, contra um adversário que soube se defender.


- Acho que tivemos duas chances claras no primeiro tempo, mas não fomos felizes na finalização. O time deles veio com proposta de contra-ataque, marcou bem a gente, mas não teve grandes chances. Perdemos mais dois pontos, mas agora é buscar uma vitória fora de casa – disse.
Max lamentou chances perdidas  (Foto: Bruno Ribeiro)Max lamentou chances perdidas  (Foto: Bruno Ribeiro)
Embora o time tenha tido estas chances, Max criticou a pouca criatividade do Tombense em relação ao volume de jogo. Segundo ele, o time tem jogadores capazes de fazer a bola chegar mais ao ataque.
- Tá faltando criar um pouco mais. Acredito que estamos deixando a desejar na criação. Vamos trabalhar mais esta bola para que as oportunidades apareçam mais nos próximos jogos – falou.
 No domingo, o Gavião Carcará vai encarar o Joinville, em Santa Catarina. A partida começa às 15h ma Arena Joinville.

LEMBRANÇAS DO JOGO CONTRA A URT PELO MINEIRO

Por: Dr. Júlio - 10 de Agosto de 2017 - 15:29
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O jogo também foi no Mineirão. A diferença fundamental é que o Galo conseguiu fazer um gol. A qualidade e vontade dos adversários eram semelhantes. A escalação do Atlético muito parecida, com Rafael Moura no lugar do Fred. O jogo foi em abril e o Uol dava de manchete depois do jogo: “Atlético-MG empata com URT no 1º jogo da semi e Roger é chamado de “burro””. Foi em 16 de abril, pela semifinal do Campeonato Mineiro, mas o futebol praticado pelo Atlético continua o mesmo. Roger Micale não pode ser chamado de “burro” nessa partida, porque fez o que deveria fazer. Escalou o time certo, mexeu nas peças certas, nos momentos certos, mas o Galo tem essas limitações que mais uma vez se afloraram. Importante destacar que o time boliviano também fez tudo certo. Regulamento debaixo do braço, não errou em momento algum, não se arriscou, não bateu e se mostrou extremamente disciplinado taticamente. A chance que o Galo tinha era um único erro de alguém da zaga ou do goleiro, o que não ocorreu. As muitas bolas chutadas pelos atleticanos resvalavam em alguém mas iam pra fora, ou então nas mãos do goleiro, sempre muito bem colocado.
Aos 43 minutos do segundo tempo Robinho desperdiçou a bola do jogo, que estava reservada para que ele recuperasse o prestígio com a torcida do Atlético e, quem sabe, daria a oportunidade para que ele voltasse à condição de protagonista no futebol brasileiro. Bola açucarada para ele, pelo Fred e Leonardo Silva, mas na ânsia de fazer o gol, chutou de primeira, sem pontaria e a bola foi pra fora. Não faltou vontade a ele, mas o grande artilheiro de outros tempos não existe mais. Robinho hoje é um coadjuvante, caro, e mostrou isso novamente neste 0 a 0 contra o Jorge Wiltesrmann.
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Fora da Libertadores, depois de uma campanha tão alardeada como a “melhor” da primeira fase, mais uma vez os apaixonados pelas estatísticas se frustram. O que adiantam números favoráveis, porém enganadores. Mesmo com jogos ruins, o time vencia, empatava e contava com resultados ruins dos concorrentes. Na hora da verdade, a realidade bate à porta. Vida que segue e dos males o menor: vai se dedicar 100% ao Brasileiro, evitar o rebaixamento e tentar uma vaga na Libertadores 2018.

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

ESPERANÇA ATLETICANA EM 2017

Por: Dr. Júlio - 09 de Agosto de 2017 - 15:28
RIVER
Não fossem grandes exemplos do futebol mineiro, brasileiro e mundial, de times considerados piores, serem campeões, eu já teria dito que o Atlético deveria focar só no Brasileiro e esquecer a Libertadores 2017. Caso passe pelo Jorge Wilstermann, o adversário será o River Plate, que ontem eliminou o Guarani do Paraguai. Justamente este River é o exemplo mais recente ao qual me apego para ter a esperança que resta de salvação da temporada alvinegra. Em 2015 o River passou da fase de grupos na bacia das almas, com 6 pontos (um a mais que o peruano Juan Aurich), sete a menos que o primeiro colocado, Tigres, a quem bateria na final. Era tido como presa fácil do Boca Juniors nas oitavas, já que o seu arquirrival vinha atropelando todo mundo. Foi o primeiro, disparado, na primeira fase com 18 pontos, seguido pelo Tigres, 14.
Só que o “Sobrenatural de Almeida” (Ave Nelson Rodrigues!) entrou em campo e idiotas do Boca jogaram aquele famoso gás de pimenta nos jogadores do River, no intervalo do segundo jogo em La Bombonera, provocando a eliminação dos “bosteros”. O River passou às quartas de final e outra vez o “Sobrenatural de Almeida” entrou em ação a seu favor: perdeu em Buenos Aires de 1 a 0 para o Cruzeiro e venceu por 3 a 0, o jogo da volta no Mineirão. Passou novamente apertado, pelo paraguaio Guarani, (2 x 1 e 0 x 1) e no embalo da torcida e do regulamento, foi campeão sem maiores dificuldades com 1 x 0 no México e 3 a 0 em Buenos em cima do Tigres.
Veja o que o Globoesporte do dia cinco de agosto falava sobre a partida final:
“… O Tigres era melhor tecnicamente. Mas desta vez, a camisa pesou. O River precisou de pouco mais do que raça, organização e um ambiente favorável para vencer a partida. Bastou “poner huevos”, mostrar garra, e os Felinos mexicanos se aquietaram como inofensivos gatinhos. … Como era de se esperar, a torcida do River fez muita festa antes mesmo do jogo começar. Com balões em vermelho e branco, cantaram, batucaram e recepcionaram o time em campo de maneira emocionante…”
No Mundial de Clubes, tomou uma sova de 3 a 0 do Barcelona, nada de anormal.

AMÉRICA NA B

Por: Dr. Júlio - 09 de Agosto de 2017 - 15:24
BILZE
O América perdeu sexta-feira para o CRB em Maceió, mas não perdeu a liderança da Série B e ainda tem cinco pontos de frente sobre o Juventude, o primeiro fora da zona de classificação. Ou seja, posição confortável, além de o time estar jogando bem. Não pode é perder o próximo jogo, sexta-feira, no Independência, para o lanterna e horroroso Náutico. Aí seria desperdício dessa gordura acumulada.
Situação muito melhor que as de Atlético e Cruzeiro na Série A, que estão com times instáveis e flertam tanto com uma possível zona de Libertadores quanto a do rebaixamento.
A troca de porradas do Bill com o Zé Carlos do CRB rendeu mais que o necessário. Não deveria ter acontecido, mas aconteceu; tratando-se de apenas mais uma, dentre tantas da história do futebol, e que continuarão acontecendo. Que o jurídico do Coelho brilhe e consiga a menor pena possível para o importante jogador do esquema do Enderson Moreira.

O CAOS DAS OLIMPÍADAS NO BRASIL

Por: Dr. Julio - 09 de Agosto de 2017 - 14:57
RIOZERO
Amigos e amigas, nestes dias em que a imprensa vem falando do primeiro aniversário da realização da primeira Olimpíada na América do Sul, a Rio2016, uma ótima reflexão. 
* “Bolsa Atleta: Querido diário pra mim ele deveria se chamar MEA CULPA.”
 Não me tenha como alguém contrário a ajuda financeira aos nossos heroicos atletas de elite. Essa verba do nosso governo, o Bolsa Atleta, é um dos incentivos concedidos aos que buscam ajuda no esporte? Sim, válido, merecido, útil, ok. Mas isso não é tudo. Essa atitude “eu dou dinheiro e eles se viram” me lembra aquela passagem do cara que pediu uma bacia d’água e lavou as mãos em público num julgamento.
A cada 4 anos temos os jogos olímpicos, ó! Descobri a América!
Mas a questão é mais profunda, ó querido diário.

Nós, brasileiros, povo que depois que aprende a ganhar não tolera outro resultado diferente do primeiro lugar e do mais absoluto protagonismo, vide o descaso com o qual tratamos Rubinho Barrichelo, Felipe Massa, ou o trato dado ao multicampeão Roberto Carlos depois da eliminação pra França na copa de 2006. Péra aí! E a primeira mulher medalhista olímpica em modalidade individual? Nem o extremismo das mais fanáticas feministas demonstra algo em relação a ela. Que não me furte o registro, mas Roberto Carlos, o lateral é respeitado e ovacionado em todo mundo, exceto aqui em seu próprio país. Deixemos de lado o episódio “Ajeita o Meião” aliás, isso dá nome de bloquinho de carnaval em BH. Agora exagerei né? Foi mal, tive que descontrair.
Voltemos ao bolsa atleta.
Que conste nos autos querido diário: pra mim, todo atleta olímpico brasileiro é ouro. Ufanismo à parte, digo que eles são ouro porque o resultado do seu esforço se compara ao mais artesanal dos garimpos, aquele de bateia. O desafio é tão grande, que filtra o esforço assim. Procure um lugar para treinar. Saiba que ele é longe do ideal, longe da sua casa, longe do seu dia a dia, que o esporte que você pratica está longe dos olhos do público durante 3 anos e 11 meses e os dias de prova da sua competição. Ou seja, só é visto depois de muito trabalho, quando é visto.
Ô diário! Cê acredita que volta e meia uma atleta comete um erro numa regra nova da modalidade e é tratada com ofensas raciais num ciclo olímpico? Mas aí, vem o próximo e ela ganha o ouro! Mais uma marca derrubada! O esporte é mágico. Emoji de medalhinha dourada!
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Falando em distâncias. Qual a lógica que fez com que os nossos centros de excelência desportivas ficassem tão distantes uns dos outros? Porque tivemos 11 estádios na copa do mundo ao invés de 6 ou 7? Será que numa estrutura pensada para os atletas olímpicos, os gastos não poderiam ser otimizados? O intercâmbio entre diferentes modalidades não seria recompensado? E a formação de novos profissionais para trabalharem essa turma, seria uma boa pra eles? E aqueles aparelhos moderníssimos que medem o desempenho dos atletas, vamos ter que equipar cada um dos centros com eles, ou pagar as passagens e hotel pra turma parar de treinar e fazer os testes? A gente gasta dinheiro, mas poderia otimizar isso aí?
Aí alguém diz: “ao menos temos centros de excelência”. Ok, verdade, mas como vamos ter excelência se não temos um sistema de base?
Se você não viu, eu conto. Um dos nossos medalhistas olímpicos treinou durante boa parte do ciclo na garagem de casa, falo de Felipe Wu. Falando em preparação, querido diário, há até casos de atletas que buscam apoio e treinamento fora do país, porque às vezes a confederação daqui mais atrapalha que ajuda. Essa aliás, a tal da federação continua recebendo verbas, e em muitos casos o presidente é daquela mesma família ou panela. No Brasil? Sério? Sério… De vera.
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Sei que isso aqui não é uma planilha de excel querido diário, mas vamos aos números. O nosso investimento em esportes pros jogos do Rio foi de R$ 3,68 bilhões. Seguindo esse cálculo, cada medalha nossa custou R$ 194 milhões, e o coitado do Felipe Wu treinou até 2012 na garagem de casa, não conseguia se preparar para um dos tipos de tiro da competição, e às vezes não tinha dinheiro para comprar a munição específica. Mais do que eu, o esporte às vezes é irônico: o último a ser lembrado foi o primeiro medalhista do Brasil nos jogos do Rio 2016. Tenta fazer a conta aí diário, aonde enfiaram os R$194 milhões da medalha de prata do Felipe Wu?
Vejamos o caso do Reino Unido, 2º colocado no quadro de medalhas dos jogos olímpicos do Rio. A delegação da rainha optou por concentrar em Belo Horizonte grande parte das modalidades durante a aclimatação para os jogos de 2014. Corte pra linha do tempo: Nos jogos de Atlanta em 1996 o Reino Unido ficou em 36o no quadro de medalhas, porém com apoio da verba de loteria conseguiu chegar ao 2o lugar no Rio 2016. Péra aí diário! Fala sério?! Lá só com a loteria eles fizeram isso. E nós aqui que temos banco, entidade aeroportuária, correio, e tantas outras estatais bancando? Cada medalha deles custou aproximadamente £5.5m. O que convertido em reais seria equivalente a R$24.200.000,00 só 8 vezes menor que o nosso gasto. Só pra constar, na terra da rainha os britânicos direcionam a maioria da verba a esportes com potencial de pódio nas próximas 2 edições dos jogos.
Aliás, por lá os esportes olímpicos receberam mais verba depois dos jogos em Londres 2012… Não diário! Não! Né possível, nós temos todos esses patrocinadores, população maior, menos locais apropriados pra prática desportiva e por aqui o investimento diminui? Como eu explico isso pra você… Se agora, um ano depois dos jogos olímpicos a coisa está assim, o que será de nós no futuro?
Assim como o asfalto das nossas estradas, o nosso sistema desportivo será uma eterna colcha de retalhos, remendos, reparos, que depende de trabalhos isolados para formar novos atletas, ou teremos um sistema sólido, fluido, uniforme e sem puxadinhos que viram soluções definitivas?
Aí eu pergunto pra você governo federal, a criançada nesse país vai pra um lugar chamado escola, durante boa parte do dia, porque no restante da jornada se vai pra rua. E se, a criançada tivesse na ESCOLA a prática desportiva. Além de abrir uma oportunidade pra se garimpar uma joia rara, o esporte na escola seria uma das maneiras de se buscar o respeito a instituição. (contei aqui: a palavra ESCOLA aparece três vezes no mesmo parágrafo, matemática 10)
Se o aluno dependesse daquela instituição para competir? Fora o senso de pertencimento a uma comunidade, o reconhecimento dos colegas, o fomento de público para as modalidades na qual aquela escola viesse a se destacar. Assim se formam atletas, cidadãos, interesse por esporte, respeito, público.
A bolsa atleta é uma parte? Respondo, sim. Ok. Mas, na minha opinião, não há uma visão do todo. Entra ciclo olímpico, sai ciclo olímpico, entra patrocínio sai patrocínio, entra lei de incentivo sai lei de incentivo…
Essa postura de “dou o dinheiro, vocês que se resolvam” muito me lembra o caso de muitos pais que julgam que ao pagar a escola já incluem no boleto a cota dos modos que se aprendem em casa. Não é bem assim, em casa se aprende a dizer: bom dia, obrigado, por favor. Na escola se aprende matemática, português, geografia, etc. E no esporte se aprende a competir, ganhar perder na formação do cidadão e do atleta. E aí governo? Cadê o esporte na escola? Tá vendo tudo e fica aí parado?
“Com muita raça, fiz tudo aqui sozinho
Nem um pé de passarinho veio a terra semear
Agora veja, compadre a safadeza
Começou a malvadeza, todo bicho vem prá cá”

terça-feira, 8 de agosto de 2017

URT DECIDE VAGA DA SÉRIE C EM CEARÁ MIRIM

Por: Dr. Julio - 08 de Agosto de 2017 - 12:49
URT derrotou o Globo de Ceará Mirim por 1×0 no Estádio “Zama Maciel” em Patos de Minas, no jogo de ida das quartas-de-final da série D do Campeonato Brasileiro.
O único gol do jogo foi anotado por Felipe Alves, camisa 9 do Trovão Azul, aos 11 minutos do primeiro tempo, numa descida rápida da Celeste, e um passe certeiro da direita , de Douglas Skillo.
A URT fez um bom primeiro tempo e dominou o jogo.
O Globo veio com mais presença na etapa final e teve a chance do empate, depois de uma escapada de Romarinho pela esquerda, atirando no canto para uma grande defesa de Juninho.
O Trovão teve uma chance importante aos 30, com Márcio Diogo, falhando na pontaria e o marcador terminou com a vitória merecida da Poeira.
O Globo perdeu aos 45 minutos o lateral-direito Ângelo, expulso da partida, também pelo amarelo recebido na etapa inicial.
URT: Juninho, Ramos (CA), Diego Borges, Victor Salinas e Marinho Donizete; Leandro e Marielson; Douglas Skillo (Márcio Diogo), Marcos Vinícius (Thiago Brito) e Rafael Oller (Diogo Medeiros); Felipe Alves (CA). Treinador: Rodrigo Santana.
A URT não contou com o lateral-direito Rafael Ferro (suspenso pela expulsão em Nova Lima) e mais o lateral-esquerdo Fábio Alves e o volante Jean (com terceiro cartão amarelo).
Globo: Rafael, Ângelo (CA)(esp.), Negretti, Jemerson e Pablo; Reinaldo, Thiago Lima, Eric e Renato Potiguar (Geovane); Gláucio (CA)(Eduardo) e Romarinho. Treinador: Luizinho Lopes.
Árbitro: Jean Pierre Gonçalves Lima, auxiliado por Lúcio Beirsdorf Flor e Leirson Peng Martins; quarto árbitro: Eleno Gonzales Todeschini, todos da Federação Gaúcha.
Público superior a 4 mil torcedores no Mangueirão.
O jogo de volta será na sexta-feira (11) no “Barrettão”, em Ceará Mirim, Rio Grande do Norte.
A URT mantém invencibilidade de 9 jogos (5 vitórias e 4 empates) na série B e Globo perdeu invencibilidade de 7 partidas.

sábado, 5 de agosto de 2017

TUDO IGUAL EM TOMBOS

Por: Dr. Julio - 05 de Agosto de 2017 - 19:14
O empate sem gols entre Tombense e Volta Redonda desagradou as duas equipes no Almeidão na tarde deste sábado. O Gavião buscava a manutenção da posição no grupo dos quatro primeiro, enquanto o Voltaço buscava ultrapassá-lo na tabela. Porém, a partida, que foi bastante movimentada, mas não teve grandes chances de gol, fez com que nenhum deles cumprissem seus objetivos.
Com o resultado, o Tombense terminou a partida em quinto lugar, com 18 pontos. O Volta Redonda é sexto, com 17. Na próxima rodada, o Tombense vai até Joinville para encarar o time catarinense, domingo, às 15h, na Arena Joinville. No sábado, também às 15h, o Voltaço pega o Bragantino, no Raulino de Oliveira, na Cidade do Aço.